História do Sporting Clube da Covilhã
Palmeirão
Terça, 10 Abril 2018 00:00

Palmeirão é um nome conhecido no panorama futebolístico regional e com forte ligação à União Desportiva de Belmonte, no entanto, a sua chegada ao Sporting da Covilhã foi através da Desportiva da Guarda, que tinha acabado de ajudar a ascender ao escalão secundário. Vítor Palmeirão envergou a camisola covilhanense somente na época 1989/1990, em que o nosso clube lutou por integrar a edição inaugural da 2ª Divisão de Honra, mas três derrotas seguidas nas últimas jornadas do campeonato deixaram o emblema serrano fora desse objectivo, visto que o 9º lugar foi a posição final na Zona Centro da 2ª Divisão Nacional. Vítor Palmeirão jogava preferencialmente a defesa central e prosseguiu depois a sua carreira por vários clubes da região, quer como jogador, quer como treinador. Que recordações permanecem de Palmeirão com o emblema covilhanense? 

Actualizado em Terça, 10 Abril 2018 08:48
 
SC Covilhã 2 Varzim SC 0
Sábado, 07 Abril 2018 00:00

Paulo Henrique pressionado por Ruan

O Sporting Clube da Covilhã deu um passo importante rumo à manutenção na Ledman LigaPro ao vencer o Varzim Sport Club por 2-0, com um golo apontado em cada uma das partes do jogo, primeiro por Reinildo aos 32 minutos, depois por Raul Almeida aos 64 minutos.

O conjunto serrano apresentou-se em campo num esquema de 1x4x2x3x1, com Vítor São Bento na baliza, acompanhado na defensiva por João Dias, Zarabi, Joel e Paulo Henrique, ficando Makouta e Gilberto mais recuados no meio campo, com Fatai, Índio e Reinildo mais perto do ponta de lança Onyeka. Em mais uma tarde de chuva, os locais entraram melhor na partida e assinaram alguns remates à baliza poveira, no entanto, os lances de maior perigo seriam protagonizados pelo Varzim: aos 20 minutos, um cabeceamento de Jeferson obrigou o guardião Vítor São Bento a uma excelente defesa a meias com o poste; e aos 29 minutos, novamente o guarda-redes anfitrião em destaque, desta vez ao defender com eficácia um remate rasteiro de Ruben Macedo. Porém, aos 32 minutos, quem chegou ao golo inaugural foi o Covilhã, quando Zarabi bateu a bola longa para um desvio de cabeça de Onyeka, que deixou Reinildo em posição de atirar certeiro para as redes nortenhas. Apesar da tentativa de reacção forasteira, o emblema serrano não perdeu a coesa defensiva e segurou sem demasiados problemas a vantagem para o período de descanso. Ao intervalo: 1-0.

Onyeka cercado por varzinistas

Na segunda parte, e sem grande surpresa, o Varzim surgiu apostado em alcançar o empate, mas o onze covilhanense esteve em bom plano e até ameaçou dilatar a vantagem aos 58 minutos, em que Reinildo cabeceou ligeiramente ao lado um cruzamento vindo da direita. Quase de imediato, os visitantes também apareceram com perigo na área local, contudo, a intervenção de Gilberto evitou outras consequências do remate de Luís Alberto. Os poveiros instalaram-se frequentemente em zonas ofensivas, mas pela frente tiveram uma defensiva muito coesa, contando já com algumas acções de Vítor São Bento na guarda das suas redes. Até que aos 64 minutos, os pupilos de José Augusto colocaram uma diferença decisiva no marcador, visto que a bola pontapeada por Reinildo provocou uma descoordenação no extremo reduto varzinista entre o seu guarda-redes e um colega, algo que foi aproveitado pelo recém-entrado Raul Almeida para rubricar um vistoso golo. O Varzim não se deu por vencido e ainda importonou seriamente os serranos em dois lances: aos 72 minutos, um livre cobrado por Mário Sérgio fez a redonda passar muito perto da baliza anfitriã; e aos 90 minutos, no meio de alguma confusão, Vítor São Bento impediu o sucesso da acção de Malele. Com o derradeiro apito do árbitro Humberto Teixeira, o 2-0 ficou como resultado final, o que permite ao Sporting da Covilhã dilatar a vantagem sobre a zona de despromoção para nove pontos, seguindo-se uma deslocação ao terreno do Real SC já na quarta-feira.

Texto: Eugénio Lopes.

Fotografias: Filipe Pinto - Foto Académica.

Ficha de Jogo: http://ligaportugal.pt/pt/liga/jogo/20172018/ledmanligapro/32/6

Actualizado em Segunda, 09 Abril 2018 08:57
 
Valada
Terça, 03 Abril 2018 00:00

Valada começou a jogar futebol federado no Estrela da Amadora, onde completou todos os escalões de formação, mas a estreia a nível sénior foi ao serviço do CD Montijo, na altura a disputar a Zona Sul da 2ª Divisão B. Na temporada seguinte, em 1994/1995, Valada começou por representar o SC Pombal, porém, a meio da época rumou ao Sporting da Covilhã para ajudar o nosso clube a sair da 3ª Divisão Nacional. E esse objectivo foi mesmo alcançado por Valada e colegas, visto que o emblema serrano concluiu a Série C do referido escalão no 2º lugar, com o registo de cinco vitórias consecutivas nas derradeiras cinco jornadas, ficando somente atrás do Cucujães e conquistando desta forma o direito de subida à 2ª Divisão B. Valada actuava em terrenos atacantes, continuando depois a sua carreira por diversos clubes, nomeadamente, SL Fanhões, Sintrense, Casa Pia, Anadia e AD Oeiras. Que memórias ficaram de Valada com a camisola covilhanense?

Actualizado em Terça, 03 Abril 2018 08:53
 
SC Covilhã 1 Académico de Viseu FC 3
Sexta, 30 Março 2018 00:00

Makouta remata à baliza do Académico

Depois do regresso aos triunfos na passada jornada, o Sporting Clube da Covilhã não conseguiu repetir o feito nesta ronda, visto que foi derrotado por 1-3 pelo Académico de Viseu Futebol Clube, num jogo que começou a ter um cenário negativo logo na primeira parte, numa manhã marcada pelo frio, chuva, neve, vento e sol.

O emblema covilhanense apresentou-se em campo num esquema de 1x4x3x3, com Vítor São Bento na baliza, acompanhado na defensiva por João Dias, Zarabi, Joel e Renato Reis, ficando Abalo, Makouta e Gilberto no meio campo, com Fatai, Moses e Onyeka em funções atacantes. O início do encontro até foi prometedor para as cores serranas, porque aos 4 minutos, somente uma boa defesa do guardião Peçanha impediu que o cabeceamento de Zarabi inaugurasse o marcador. Mais certeiro revelou-se o Académico aos 16 minutos, em que Renato Reis perdeu a bola para Avto e o georgiano isolou Kwame Nsor para o remate triunfal. E volvidos alguns instantes, os forasteiros ameaçaram dilatar a contagem, porém, o guarda-redes Vítor São Bento defendeu com categoria a acção de Avto. No entanto, aos 24 minutos, os viseenses alcançaram mesmo o segundo golo por intermédio de Bura, que cabeceou com êxito um canto apontado por Avto na esquerda. O Covilhã sentiu sérias dificuldades em responder aos tentos sofridos e jamais voltou a importunar seriamente a defensiva adversária nesta etapa inicial. Ao intervalo: 0-2.

No segundo tempo, os pupilos de José Augusto estiveram mais pressionantes e Fatai deu o primeiro sinal de perigo aos 58 minutos, rematando por alto em posição favorável para ser feliz. E aos 60 minutos, o recém-entrado Reinildo conseguiu reduzir a desvantagem ao levar a melhor sobre Peçanha depois de um longo passe de Makouta, animando assim os adeptos serranos para o que faltava disputar. A formação covilhanense continuou a dominar o jogo e a procurar claramente o golo do empate, contudo, acabou por ser traída na sua ambição aos 72 minutos, pois, um rápido contra ataque academista levou a redonda até João Mário, que cruzou da direita para o desvio certeiro de Kwame Nsor. Com o 1-3 no marcador, o jogo ficou resolvido e apenas dois lances merecem referência até ao seu final: aos 76 minutos, os locais reclamaram um pontapé de penálti por suposta intervenção com o braço de um defensor visitante num remate de Onyeka; e aos 83 minutos, uma defesa segura de Vítor São Bento evitou novos festejos de Kwame Nsor. O derradeiro apito de João Pinheiro sentenciou a derrota do Sporting da Covilhã, que vai procurar vencer já na próxima jornada novamente no Estádio José Santos Pinto, que será visitado pelo Varzim.

Texto: Eugénio Lopes.

Fotografia: Filipe Pinto - Foto Académica.

Ficha de Jogo: http://ligaportugal.pt/pt/liga/jogo/20172018/ledmanligapro/31/8

Actualizado em Segunda, 02 Abril 2018 11:49
 
Guedes
Terça, 27 Março 2018 00:00

Guedes jogava preferencialmente no sector defensivo, tendo sido contratado pelo Sporting da Covilhã para a época 1990/1991, depois de boas exibições com a camisola da Desportiva da Guarda. O nosso clube disputava então a Zona Centro da 2ª Divisão B e o campeonato até começou bem para Guedes e companheiros, com duas vitórias consecutivas, mas seguiu-se uma fase irregular nos resultados e o emblema serrano passou a frequentar quase sempre as posições a meio da tabela, terminando no 9º lugar. Guedes também jogou pelo conjunto covilhanense na Taça de Portugal, no entanto, foi somente uma partida, visto que os serranos foram logo eliminados pelo Estarreja na primeira ronda em que participaram. Na temporada seguinte, Guedes regressou à Desportiva da Guarda, concluindo depois a carreira ao serviço do Souropires. Que recordações existem das actuações de Guedes com o emblema covilhanense?

Actualizado em Terça, 27 Março 2018 09:18
 
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