História do Sporting Clube da Covilhã
Roma
Terça, 28 Fevereiro 2017 00:00

Roma é o nome futebolístico de Juliano Laurentino dos Santos, um extremo brasileiro que entrou no futebol português através do Atlético de Valdevez, onde a sua velocidade e veia goleadora possibilitaram-lhe a transferência para o Beira-Mar, que representou na 1ª Liga. Depois do emblema aveirense, Roma rumou ao Irão para jogar no Foolad, mas a estadia foi curta, regressando a Portugal para actuar no Sporting da Covilhã na temporada 2008/2009. Roma envergou a nossa camisola somente uma época, na qual participou em 25 jogos oficiais e apontou nove golos, repartidos por 2ª Liga, Taça de Portugal e Taça da Liga, ajudando o conjunto serrano a alcançar uma classificação positiva no campeonato, o 7º lugar, que foi durante alguns anos a melhor prestação dos covilhanenses neste formato da prova. Após a passagem por terras serranas, Roma voltou a deixar o futebol nacional e foi jogar para Chipre (Doxa FC), mas na época seguinte regressou ao seu Brasil, onde representou diversos clubes. Que recordações existem de Roma com o emblema serrano ao peito?

Actualizado em Terça, 28 Fevereiro 2017 18:19
 
SC Covilhã 1 FC Porto B 1
Domingo, 26 Fevereiro 2017 00:00

Guarda-redes Gudiño antecipa-se a Erivelto

O Sporting Clube da Covilhã não conseguiu melhor do que uma igualdade na recepção à equipa B do Futebol Clube do Porto, no entanto, este resultado permite elevar para três o número de partidas consecutivas sem os covilhanenses perderem na Ledman LigaPro, assim como manter a mesma distância pontual para os lugares de liguilha e de descida de divisão.

O emblema serrano apresentou-se em campo num esquema de 1x4x2x3x1, com Igor Rodrigues na baliza, acompanhado na defensiva por Mike, Zé Pedro, Joel e Agostinho Soares, ficando Gilberto e Prince mais recuados no meio campo, com Harramiz, Chaby e Medarious no apoio ao avançado Erivelto. Este jogo começou por revelar uma formação nortenha muito perigosa, visto que o guardião Igor Rodrigues foi obrigado a duas boas intervenções para segurar o nulo: primeiro, num cabeceamento de Rui Pedro aos 12 minutos; depois, num remate de Fede Varela aos 14 minutos. Os serranos tiveram que acelerar o ritmo para equilibrarem o encontro, o que possibilitou também alguns lances mais problemáticos para a defensiva portista, com destaque para o minuto 30, em que uma boa arrancada de Harramiz pela direita permitiu o remate de Medarious por cima em plena área visitante. A partida esteve quase sempre movimentada e com acções interessantes de acompanhar, quer do lado do FC Porto B, com Fede Varela e Rui Pedro a assinarem remates que levaram a bola a passar perto da baliza local, quer do lado do Covilhã, em que um passe de Prince isolou Erivelto diante do guarda-redes Gudiño, com o mexicano a vencer este confronto verificado aos 42 minutos e a garantir o empate para o tempo de descanso. Ao intervalo: 0-0.

Harramiz e Chidozie disputam a bola, com os serranos a reclamarem um pontapé de penálti

A segunda parte continuou a apresentar um jogo bem disputado, mas sem tantos lances perigosos na fase inicial, salientando-se somente uma jogada em que os serranos reclamaram um pontapé de penálti devido a uma infracção manual de um defensor portista, porém, o árbitro Gonçalo Martins considerou não haver motivo para o castigo máximo. Se o lance anterior ainda permite discussão sobre a decisão arbitral, o mesmo já não se pode dizer da acção em que Harramiz ficou isolado perante Gudiño, mas que a arbitragem anulou por suposta falta de Pintassilgo sobre Inácio pela conquista da redonda, quando o jogador local não cometeu qualquer infracção. Os derradeiros dez minutos foram frenéticos, principalmente por ter sido neste período que aconteceram os dois golos: aos 82 minutos, o recém-entrado Sambinha assinou o tento inaugural ao cabecear na recarga a uma defesa de Gudiño, que defendeu como foi possível um livre apontado por Ponde; e aos 85 minutos, o também recentemente entrado André Pereira encostou para a baliza covilhanense um cruzamento de Galeno, autor de uma vistosa progressão pelo lado direito. Os apoiantes locais passaram assim da euforia à tristeza em poucos momentos, mas incentivaram a equipa para uma última pressão em busca do triunfo, algo que acabou por não acontecer, sendo o 1-1 o resultado final desta partida. A luta pelos pontos continua no domingo, com o Sporting da Covilhã a deslocar-se ao terreno do FC Famalicão, que está logo atrás dos serranos na tabela classificativa.

Texto: Eugénio Lopes.

Fotografias: Filipe Pinto - Foto Académica.

Ficha de Jogo: http://ligaportugal.pt/pt/liga/jogo/20162017/ledmanligapro/29/8

Actualizado em Segunda, 27 Fevereiro 2017 10:28
 
SC Covilhã 1 Portimonense SC 0
Quarta, 22 Fevereiro 2017 00:00

Erivelto sob o olhar de Marcel

O Sporting Clube da Covilhã regressou aos triunfos na Ledman LigaPro e logo sobre e o Portimonense Sporting Clube, líder bastante destacado da competição, num jogo em que os serranos foram sempre mais perigosos, mas em que apenas por uma vez marcaram, por Harramiz na primeira parte, desperdiçando inclusive um pontapé de penálti por Gilberto aos 78 minutos.

O conjunto covilhanense apresentou-se em campo num esquema de 1x4x2x3x1, com Igor Rodrigues na baliza, acompanhado na defensiva por Mike, Zé Pedro, Joel e Agostinho Soares, ficando Gilberto e Diarra mais recuados no meio campo, com Harramiz, Chaby e Medarious no apoio ao avançado Erivelto. Os comandados de Filipe Gouveia entraram bem na partida e delinearam lances complicados para a defensiva adversária nos cinco minutos iniciais, porém, sem a desejada consequência no resultado. Com o avançar do relógio, o Portimonense equilibrou o jogo e até assinou um remate que obrigou o guardião Igor Rodrigues a uma defesa mais apertada, visto que Fabrício atirou com força. Contudo, aos 27 minutos, o Covilhã alcançou o único golo do encontro, com Chaby a rematar forte para uma intervenção incompleta de Ricardo Ferreira, surgindo Harramiz a efectuar a recarga vitoriosa, provocando os primeiros festejos no Estádio José Santos Pinto. Os algarvios esboçaram uma reacção, todavia, sem incomodarem seriamente o extremo reduto local, que soube segurar a vantagem até ao período de descanso. Ao intervalo: 1-0.

Harramiz pressionado por Luís Mata

Para a segunda parte, o técnico visitante, Vítor Oliveira, tentou inverter o rumo dos acontecimentos ao colocar em campo o experiente Pires, o melhor marcador do campeonato, mas foram os covilhanenses que ameaçaram a dilatação da diferença aos 47 minutos, com Chaby a isolar Erivelto diante de Ricardo Ferreira, porém, o remate do brasileiro passou ao lado das redes opositoras. Do outro lado, o maior incoformismo continuava a vir das acções de Fabrício, que voltou a atirar para uma defesa de Igor Rodrigues a dois tempos. Apesar da iniciativa de jogo pertencer ao Portimonense, os serranos apresentaram-se como a equipa mais perigosa, desenhando novo lance perigoso aos 62 minutos, quando num contra ataque Diarra ficou em boa posição na área contrária, assinando um remate que foi desviado por um defensor forasteiro para canto. No entanto, a melhor de todas as oportunidades para os locais aumentarem a contagem verificou-se aos 78 minutos, quando Sarpong derrubou Medarious na área do Portimonense e o árbitro Carlos Macedo assinalou o respectivo castigo máximo, só que na conversão Gilberto atirou ao lado para desespero das hostes serranas. Desperdiçado o pontapé de penálti, o Covilhã teve que sofrer para impedir o emblema algarvio de chegar ao empate, que esteve quase a acontecer aos 87 minutos, quando um cabeceamento de Pires foi espectacularmente defendido por Igor Rodrigues, que de forma soberba garantiu os três pontos para a contabilidade local. Com este triunfo, o Sporting da Covilhã ascende ao 9º lugar da classificação e afasta-se dos lugares indesejados, seguindo-se nova jornada já no domingo, com a recepção ao FC Porto B.

Texto: Eugénio Lopes.

Fotografias: Filipe Pinto - Foto Académica.

Ficha de Jogo: http://ligaportugal.pt/pt/liga/jogo/20162017/ledmanligapro/26/8

Actualizado em Quinta, 23 Fevereiro 2017 10:34
 
Boca
Terça, 21 Fevereiro 2017 00:00

O brasileiro Francisco Carlos ficou conhecido no meio futebolístico por Boca, um avançado que chegou ao Sporting da Covilhã na temporada 1992/1993, proveniente do Vasco da Gama de Sines, que na altura militava na Zona Sul da 2ª Divisão B. No entanto, Boca veio encontrar a formação serrana num escalão mais abaixo, visto que o nosso clube tinha acabado de cair na 3ª Divisão Nacional e procurava a promoção através de uma boa campanha na Série C desse patamar. E o arranque de campeonato foi uma sequência de sete vitórias, que colocou logo o conjunto covilhanense entre os principais candidatos a uma das duas posições de subida de divisão, algo que se confirmou no final da competição, com a obtenção do 2º lugar, atrás do União de Coimbra, mas com uma larga vantagem de dez pontos sobre o Penalva do Castelo, salientando-se o contributo de Boca com nove golos para este sucesso. Na única temporada em que Boca envergou a camisola serrana, o brasileiro também assinou um tento na Taça de Portugal, ajudando a eliminar o Rio Maior, sendo os covilhanenses afastados na ronda seguinte pelo Amarante. Que outras memórias permanecem de Boca?

Actualizado em Terça, 21 Fevereiro 2017 10:03
 
CF União da Madeira 1 SC Covilhã 1
Domingo, 19 Fevereiro 2017 00:00

Nesta deslocação à "Pérola do Atlântico", o Sporting Clube da Covilhã alcançou o mesmo resultado da partida da primeira volta do campeonato com o Clube de Futebol União da Madeira, visto que 1-1 foi novamente o desfecho do jogo, com ambos os golos apontados na etapa inaugural, sendo o marcador aberto por Chaby através da cobrança exemplar de um livre directo.

Este encontro caracterizou-se pelo equilíbrio desde o apito inicial do árbitro do Tiago Antunes, com a bola a passar a maior parte do tempo na zona intermediária, o que contribuiu fortemente para uma tarde tranquila dos guarda-redes durante largo período. Foi necessário aguardar pelo minuto 25 para que o jogo tivesse um grande momento, pois, na transformação de um livre directo, Chaby assinou um golo espectacular, colocando assim os serranos em posição de vantagem na partida. O Covilhã galvanizou-se com o tento obtido e esteve perto de aumentar a contagem aos 36 minutos, quando o remate forte de Erivelto foi devolvido pela barra da baliza madeirense. No entanto, volvidos alguns instantes, o cenário mudou bastante para as cores visitantes, visto que o brasileiro Rodrigo Henrique atirou certeiro após uma falha de Diarra e deixou a igualdade no "placard". Desta vez foi o União que se animou com o golo, provocando alguns lances de maior dificuldade para as hostes serranas ainda antes do tempo de descanso, embora sem nova mexida no resultado. Ao intervalo: 1-1.

A etapa complementar apresentou-se movimentada nos primeiros momentos, deixando no ar a possibilidade de uma segunda parte cheia de emoção, mas isso não correspondeu à realidade, porque, apesar do grande empenho dos jogadores, não se verificaram acções de verdadeiro perigo para as duas balizas, com os sectores defensivos a revelarem-se muito consistentes perante as iniciativas atacantes adversárias. Quer Filipe Gouveia, quer Jorge Casquilha, foram efectuando substituições, porém, o jogo continuou a ser disputado sem emoção, embora sempre com um ritmo interessante. Apenas um lance merece saliência em todo o segundo tempo, quando aos 84 minutos, um remate de Pintassilgo levou a bola às malhas laterais da baliza madeirense, naquela que foi a maior ameaça para que o 1-1 não fosse o resultado final. Este empate permite que o Sporting da Covilhã continue fora dos lugares de liguilha e de descida de divisão, mas a diferença pontual é muito pequena, desejando-se que possa aumentar na quarta-feira, em que os serranos recebem o líder Portimonense para acerto do calendário da Ledman LigaPro.

Texto: Eugénio Lopes

Ficha de Jogo: http://ligaportugal.pt/pt/liga/jogo/20162017/ledmanligapro/28/4

Actualizado em Domingo, 19 Fevereiro 2017 18:11
 
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