História do Sporting Clube da Covilhã
Ricardo Rocha
Terça, 26 Setembro 2017 00:00

Ricardo Rocha começou a jogar futebol nas camadas jovens do Boavista, actuando posteriormente por Vilar do Pinheiro, Candal e Infesta, onde terminou os escalões de formação e ascendeu ao patamar sénior na antiga 2ª Divisão B. Ricardo Rocha envergou várias épocas a camisola do Infesta, com um interregno de uma temporada para representar o Pedrouços, rumando depois ao Pedras Rubras, Vila Meã, Desportivo de Chaves e Beira-Mar (com os aveirenses na 1ª Liga), antes de assinar pelo Sporting da Covilhã no Verão de 2011. Ricardo Rocha esteve ao serviço do nosso clube na época 2011/2012, com manutenção na 2ª Liga alcançada via secretaria devido ao colapso financeiro da União de Leiria, e meia temporada 2012/2013, regressando a partir de Janeiro ao conjunto flaviense. Ricardo Rocha jogava como defesa central e envergou o símbolo serrano em 60 jogos oficiais, nos quais apontou três golos, prosseguindo a sua carreira por diversos clubes, nomeadamente, Tondela, AD Oliveirense, Benfica e Castelo Branco e Salgueiros. Que recordações existem das exibições de Ricardo Rocha com a camisola covilhanense?

Actualizado em Terça, 26 Setembro 2017 08:42
 
FC Vizela 2 SC Covilhã 1
Domingo, 24 Setembro 2017 00:00

O Sporting Clube da Covilhã foi eliminado da Taça de Portugal logo na primeira ronda em que participou, visto ter sido derrotado por 2-1 no terreno do Futebol Clube de Vizela, uma das boas equipas do Campeonato de Portugal, num jogo em que os serranos chegaram a estar com duas bolas de desvantagem no marcador, minimizadas aos 90 minutos através de um golo do estreante Erivelto.

O conjunto local entrou muito forte na partida, causando de imediato sérios problemas à defensiva covilhanense, com o guardião Vítor São Bento a ter o papel de principal protagonista ao anular dois lances perigosos do Vizela. Depois deste impacto inicial, o Covilhã conseguiu equilibrar o encontro e aproximar-se paulatinamente da área adversária, embora sem qualquer acção ameaçadora para as redes defendidas por Rafa. E foi com este enquadramento que a formação minhota inaugurou o marcador aos 36 minutos por intermédio do defesa central Miguel Oliveira, que cabeceou com êxito na sequência de um canto cobrado por Nera. Os vizelenses ganharam ainda mais ânimo com o golo obtido e não demoraram a incomodar novamente Vítor São Bento, que foi obrigado a estar atento a uma iniciativa de João Paredes para evitar uma diferença maior antes do tempo de descanso. Ao intervalo: 1-0.

Para a segunda parte, o treinador José Augusto colocou Fatai em campo, numa tentativa de agitar o espaço atacante covilhanense, contudo, quem deu logo sinal de perigo foi o inevitável João Paredes, que atirou ao poste aos 47 minutos, demonstrando que os locais não estariam somente preocupados em segurar o resultado. Mesmo após a entrada de Erivelto, os serranos continuaram a evidenciar dificuldades em ultrapassarem a defensiva minhota, embora o ponta de lança brasileiro tenha conseguido alguma perturbação entre os opositores. Até que aos 81 minutos, e depois de outra ameaça momentos antes, João Paredes viu a sua exibição premiada com um golo, aumentando assim a vantagem do Vizela no "placard". Com um cenário de eliminação pela frente, ressalve-se uma boa reacção dos serranos nos derradeiros instantes da partida, em que Erivelto fixou o desfecho em 2-1 na cobrança de um livre directo, algo que ainda trouxe alguma emoção ao jogo antes do apito final do árbitro Hélder Malheiro. Este afastamento do Sporting da Covilhã da "prova rainha" foca toda a atenção para o campeonato, havendo jornada já na quarta-feira com uma deslocação ao campo da equipa B do SL Benfica.

Texto: Eugénio Lopes.

Actualizado em Domingo, 24 Setembro 2017 17:01
 
Jó-Jó
Terça, 19 Setembro 2017 00:00

João Carlos Nunes ficou conhecido nos meios futebolísticos por Jó-Jó, um guarda-redes que completou as camadas jovens no Sporting da Covilhã e integrou o plantel principal do nosso clube na temporada 1983/1984. Na estreia a nível sénior, Jó-Jó acabou por ter uma época de aprendizagem com os colegas mais experientes, com a formação serrana a disputar a Zona Centro da 2ª Divisão Nacional, onde alcançou um 4º lugar na tabela classificativa, salientando-se exibições colectivas de grande qualidade que proporcionaram resultados dilatados sobre alguns dos adversários que visitaram o Estádio José Santos Pinto. Nesta época em que Jó-Jó fez parte do grupo de trabalho do Sporting da Covilhã, o emblema serrano chegou à 4ª eliminatória da Taça de Portugal, sendo afastado pelo Torreense no jogo de desempate, e venceu a sua série do Torneio Complementar da 2ª Divisão da Federação Portuguesa de Futebol. Que lembranças permanecem das defesas de Jó-Jó com a camisola covilhanense?

Actualizado em Terça, 19 Setembro 2017 08:57
 
SC Covilhã 1 FC Famalicão 1
Domingo, 17 Setembro 2017 00:00

Raul Almeida progride para a área visitante

O treinador José Augusto estreou-se ao serviço do Sporting Clube da Covilhã com um empate a uma bola na recepção ao Futebol Clube de Famalicão, numa partida em que os locais ainda estiveram em vantagem no marcador devido ao belo golo apontado por Raul Almeida aos 47 minutos, mas volvidos cerca de dez minutos Jorge Miguel repôs a igualdade que perduraria até ao final do encontro.

O emblema covilhanense apresentou-se em campo num esquema de 1x4x2x3x1, com Igor Rodrigues na baliza, acompanhado na defensiva por Renato Reis, Zarabi, Joel e Paulo Henrique, ficando Djikiné e Diarra mais recuados no meio campo, com Fatai, Raul Almeida e Reinildo no apoio ao avançado Hudson. Os serranos entraram no jogo com maior vocação ofensiva e aos 7 minutos criaram o primeiro lance perigoso para a baliza minhota, com Fatai a efectuar um remate cruzado que obrigou o guardião Leo a uma boa defesa para canto. No entanto, passado pouco tempo já a partida estava equilibrada e sem grandes motivos de interesse, visto que a bola rolava essencialmente pela zona intermediária, porém, o cenário mudou a meio da etapa inaugural, com o encontro a ganhar movimento e a emoção a ser presença mais assídua no Complexo Desportivo, destacando-se duas acções para cada equipa: aos 27 minutos, Jaime Poulson cebeceou para uma defesa segura de Igor Rodrigues; aos 32 minutos, Renato Reis cruzou da direita para um desvio de cabeça de Hudson fazer a redonda passar ao lado da baliza visitante; aos 36 minutos, novo cabeceamento de Jaime Poulson, desta vez para intervenção de Igor Rodrigues a meias com a barra; e aos 40 minutos, Paulo Henrique cobrou um livre que levou a bola a passar ligeiramente por cima das redes minhotas. Ao intervalo: 0-0.

Serranos e minhotos lutam pela posse de bola

No segundo tempo, os comandados de José Augusto inauguraram o marcador logo nos momentos iniciais através de Raul Almeida, que assinou um golo de bela execução a coroar uma jogada elaborada pelo próprio. O Covilhã sentiu-se mais confortável no jogo e ameaçou dilatar a contagem aos 52 minutos, quando Fatai atirou para uma boa intervenção do guarda-redes Leo, contudo, foi neste período que os serranos permitiram a igualdade, com um bom passe de Feliz a isolar Jorge Miguel diante do guardião local, rematando o defesa esquerdo nortenho com êxito para gáudio dos adeptos forasteiros. O conjunto covilhanense sentiu o tento sofrido e revelou dificuldades em incomodar seriamente a defensiva opositora, enquanto o Famalicão se apresentou mais motivado para o final do jogo, mas também sem criar lances de perigo, comuma pequena excepção de um livre longo de Feliz que obrigou Igor Rodrigues a ceder um pontapé de canto. Com este enquadramento, a quebra do empate esteve longe de ser uma possibilidade, com o derradeiro apito do árbitro Vasco Santos a sentenciar o 1-1 como resultado final, somando a formação serrana o quarto jogo consecutivo sem vencer na Ledman LigaPro, descendo assim ao penúltimo lugar da tabela classificativa. Na próxima semana, o campeonato dá lugar à Taça de Portugal, com o Sporting da Covilhã a deslocar-se ao terreno do Vizela, que é uma das fortes equipas do terceiro escalão.

Texto: Eugénio Lopes.

Fotografias: Filipe Pinto - Foto Académica.

Ficha de Jogo: http://ligaportugal.pt/pt/liga/jogo/20172018/ledmanligapro/7/3

Actualizado em Segunda, 18 Setembro 2017 09:11
 
Berascochea
Terça, 12 Setembro 2017 00:00

O uruguaio Berascochea foi um médio centro de eleição com carreira de sucesso no Brasil, onde representou dois dos seus mais famosos clubes, em concreto, o Vasco da Gama (em que se sagrou Campeão Carioca) e o Fluminense. Berascochea envergou depois a camisola do emblema colombiano Cúcuta Deportivo, mas regressaria ao seu país natal para dedicar-se à função de treinador, começando pelo River Plate de Montevideo. Posteriormente, a orientação técnica de Berascochea passou pela Argentina (Chacarita Juniors) e pelo Brasil (Central SC Caruaru), sendo precisamente este clube pernambucano que o treinador uruguaio deixou para vir comandar o Sporting da Covilhã na época 1963/1964. O nosso clube disputava a Zona Norte da 2ª Divisão Nacional e até estava em excelente plano (1º lugar) perante as ordens de Berascochea, mas uma incompatibilização com a direcção do emblema serrano provocou o seu despedimento a três jornadas do final do campeonato, acabando a formação serrana por ser ultrapassada pelo SC Braga na tabela classificativa na derradeira jornada da prova. Que outras memórias existem do técnico Berascochea?

Actualizado em Terça, 12 Setembro 2017 08:47
 
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