História do Sporting Clube da Covilhã
Académico de Viseu FC 0 SC Covilhã 0
Quarta, 01 Novembro 2017 00:00

O Sporting Clube da Covilhã foi a primeira equipa a não ser derrotada pelo Académico de Viseu Futebol Clube no Estádio do Fontelo nesta edição da Ledman LigaPro, somando um saboroso ponto que permite ao treinador José Augusto continuar sem sofrer qualquer desaire ao serviço do nosso clube em jogos do campeonato, em concreto, seis partidas que resultaram em três vitórias e outros tantos empates.

O emblema serrano apresentou-se em campo num esquema de 1x4x2x3x1, com Igor Rodrigues na baliza, acompanhado na defensiva por João Dias, Gerson, Joel e Paulo Henrique, ficando Gilberto e Diarra mais recuados no meio campo, com Fatai, Índio e Reinildo no apoio ao avançado Amadu Turé. Os locais começaram o encontro ao ataque e deram sinal de perigo logo aos 4 minutos, num lance em que por duas vezes o guardião Igor Rodrigues defendeu as acções de Paná. No entanto, as intenções academistas não tiveram sequência nos momentos seguintes, principalmente porque o Covilhã mostrou coesão na hora de defender, o que aumentou bastante o grau de dificuldade para o comandante da Segunda Liga. Foi necessário esperar pelo minuto 30 para que os adeptos viseenses vissem nova ocasião de golo, quando uma falha de comunicação entre Gerson e Igor Rodrigues deixou a bola diante de Erivaldo, que não conseguiu melhor do que atirar por cima da baliza serrana. O conjunto visitante estava visivelmente mais preocupado com a defesa do nulo, mas nunca deixou de procurar um contra ataque triunfal, embora fosse sempre anulado pelos defensores do Académico. Já com o relógio a aproximar-se do período de descanso, merece referência um cabeceamento de Barry ao lado, com Igor Rodrigues fora das suas redes. 

Na etapa complementar, os comandados de José Augusto estiveram ainda melhores nos processos defensivos, mas não só, visto que as saídas para o ataque também foram mais esclarecidas, conseguindo importunar o guarda-redes Peçanha em duas situações: primeiramente, ao afastar um cruzamento perigoso de Índio; depois, ao sair bem dos postes ao encontro de Diarra, que estava em boa posição para concluir com êxito um passe do recém-entrado Erivelto. No derradeiro quarto de hora, o Académico intensificou a pressão sobre o último reduto covilhanense, estando muito perto de inaugurar o marcador aos 77 minutos, em que Paná rematou para uma boa intervenção de Igor Rodrigues, sobrando a redonda para a recarga de Sandro Lima, que apenas não deu golo porque Joel opôs-se com categoria à iniciativa do brasileiro. O mesmo Sandro Lima ainda chegou a introduzir a bola nas redes serranas aos 90+3 minutos, mas os viseenses quase que nem tiveram tempo para festejar, pois, a arbitragem liderada por Nuno Almeida anulou o lance por fora de jogo do avançado local e o 0-0 prevaleceu como resultado final. Com este desfecho positivo, o Sporting da Covilhã permanece a meio da tabela classificativa, seguindo-se nova deslocação já no domingo, neste caso, ao terreno do Varzim.

Texto: Eugénio Lopes.

Fotografia: Eugénio Lopes.

Ficha de Jogo: http://ligaportugal.pt/pt/liga/jogo/20172018/ledmanligapro/12/8

Actualizado em Quinta, 02 Novembro 2017 09:53
 
Porfírio Carapito
Terça, 31 Outubro 2017 00:00

Porfírio Carapito nasceu na Covilhã a 28 de Dezembro de 1920 e começou a jogar futebol no Sporting da Covilhã na temporada 1938/1939, ocupando preferencialmente a posição de médio, tendo sido um elemento fundamental até meados dos anos quarenta, representando o nosso clube durante treze épocas até 1950/1951. Nos primeiros tempos de Porfírio Carapito como jogador, o acesso aos campeonatos nacionais era feito através das competições distritais, por isso, sagrou-se campeão distrital com as cores covilhanenses durante nove temporadas consecutivas, mas o seu principal título aconteceu em 1947/1948, com a conquista do Campeonato Nacional da 2ª Divisão e consequente subida ao patamar mais elevado do futebol português. Porfírio Carapito integrou até 1950/1951 os plantéis serranos que disputaram a 1ª Divisão Nacional, no entanto, não se chegou a estrear nesse escalão, jogando somente pela equipa de reservas. Em 1951/1952, Porfírio Carapito rumou à União Desportiva da Guarda, regressando na temporada seguinte à cidade da Covilhã, agora para envergar a camisola do GD Covilhanense. Que recordações permanecem de Porfírio Carapito?

Actualizado em Terça, 31 Outubro 2017 17:01
 
SC Covilhã 2 FC Porto B 1
Domingo, 29 Outubro 2017 00:00

João Dias pressiona Tony Djim

O Sporting Clube da Covilhã atravessa um grande momento de forma e somou a terceira vitória consecutiva na Ledman LigaPro, desta vez sobre a equipa B do Futebol Clube do Porto por 2-1, com os golos locais a terem a assinatura do brasileiro Índio (aos 10 e aos 75 minutos), num jogo que marcou o regresso das cores serranas a um renovado Estádio José Santos Pinto.

O conjuto covilhanense apresentou-se em campo num esquema de 1x4x2x3x1, com Igor Rodrigues na baliza, acompanhado na defensiva por João Dias, Gerson, Joel e Paulo Henrique, ficando Gilberto e Diarra mais recuados no meio campo, com Fatai, Índio e Reinildo no apoio ao avançado Erivelto. Esta partida começou muito movimentada, revelando duas equipas com mente no triunfo, não sendo necessário aguardar muito tempo para a mexida inaugural no marcador, pois, aos 10 minutos, Fatai cruzou na direita para o toque certeiro de Índio, que provocou o primeiro momento de alegria para as hostes serranas. Em resposta ao tento sofrido, os jovens "dragões" assumiram o controlo da bola, porém, pela frente encontraram um Covilhã bem organizado e que não permitiu qualquer lance perigoso junto da sua baliza até perto do final da primeira parte, sendo mesmo os anfitriões a perturbarem o guardião Diogo Costa aos 16 minutos, que foi obrigado a uma defesa segura a remate de Gilberto. Aos 45+2 minutos, verificou-se então a única ameaça portista às redes covilhanenses nesta etapa inicial, quando Bruno Costa rematou um pouco ao lado após um livre lateral. Ao intervalo: 1-0.

SC Covilhã já jogou no renovado Estádio José Santos Pinto

Depois do período de descanso, o FC Porto B exerceu maior pressão sobre o sector defensivo adversário, alcançando o golo da igualdade aos 54 minutos, com Fede Varela a rubricar um forte remate de fora da área. Os visitantes não demoraram a procurar novo êxito e sentiu-se que o onze caseiro passava por algumas dificuldades, porém, o cenário alterou-se a meio do segundo tempo, quando o treinador José Augusto (que continua sem perder em representação do emblema serrano no campeonato) operou duas substituições que deram outra dinâmica à equipa, colocando em campo Djikiné e Amadu Turé. Os serranos subiram de rendimento e Índio deixou um aviso aos 70 minutos, em que apontou um livre directo para boa intervenção de Diogo Costa. No entanto, aos 75 minutos, Índio levou a melhor sobre o guarda-redes nortenho, atirando para o fundo das malhas a passe de Reinildo, que ganhou bem a bola a um opositor. O público serrano vibrava com o 2-1, seguindo-se instantes de ansiedade devido à postura dos azuis e brancos em busca do empate, contudo, até foram os locais que estiveram perto de novos festejos aos 87 minutos, com Fatai a progredir pela direita para proporcionar mais uma defesa a Diogo Costa. O derradeiro apito do árbitro Sérgio Piscarreta garantiu os três pontos para as cores serranas, que assim subiram para a zona intermédia da classificação e elevaram para cinco o número de encontros seguidos sem conhecer a derrota, numa série que será testada na deslocação ao terreno do comandante da prova, o Académico de Viseu, já na quarta-feira, onde se espera que os adeptos covilhanenses marquem presença para apoiarem a sua tão esforçada equipa. 

Texto: Eugénio Lopes.

Fotografias: Filipe Pinto - Foto Académica.

Ficha de Jogo: http://ligaportugal.pt/pt/liga/jogo/20172018/ledmanligapro/11/2

Actualizado em Segunda, 30 Outubro 2017 10:01
 
Costa Almeida
Terça, 24 Outubro 2017 00:00

Costa Almeida iniciou a actividade futebolística nos escalões jovens do FC Porto, onde as boas exibições possibilitaram-lhe somar duas internacionalizações pelos sub-18 de Portugal e ascender ao plantel principal da formação azul e branca. Costa Almeida integrou a equipa sénior portista durante duas épocas, pela qual disputou alguns jogos na 1ª Divisão Nacional, representando depois vários emblemas do futebol lusitano, nomeadamente, FC Penafiel, FC Famalicão, Salgueiros, Leixões (na principal divisão nacional), Recreio de Águeda, Oliveirense e Estrela de Portalegre, de onde rumou ao Sporting da Covilhã na temporada 1983/1984. Na única época em que envergou a camisola serrana, Costa Almeida jogou preferencialmente no meio campo e participou em 30 jogos oficiais, repartidos por Campeonato Nacional da 2ª Divisão (4º lugar na Zona Centro) e Torneio Complementar da Federação Portuguesa de Futebol (vitória covilhanense por ser o melhor vencedor das várias séries com clubes do escalão secundário). A carreira de Costa Almeida prosseguiu posteriormente por Benfica e Castelo Branco, SC Paivense, CD Celoricense, Valpaços, Gondomar, São Pedro da Cova e Atlético de Rio Tinto. No entanto, Costa Almeida voltaria ao Sporting da Covilhã na época 1994/1995, agora na função de treinador e proveniente do Avanca, liderando o plantel serrano entre a 6ª e a 29ª jornada da Série C da 3ª Divisão Nacional e dando o seu contributo para que o nosso clube subisse à 2ª Divisão B no final do campeonato, concluído já com a orientação técnica de Fernando Ribeiro. Que outras memórias existem de Costa Almeida?

Actualizado em Terça, 24 Outubro 2017 08:55
 
SC Braga B 0 SC Covilhã 1
Sábado, 21 Outubro 2017 00:00

O treinador José Augusto continua sem conhecer o amargo sabor da derrota com as cores serranas na Ledman LigaPro, visto que nesta jornada o Sporting Clube da Covilhã foi vencer por 0-1 ao terreno da equipa B do Sporting Clube de Braga, com o tento decisivo a ser apontado por Diarra aos 50 minutos, elevando assim para quatro o número de partidas consecutivas a pontuar no campeonato.

A primeira parte caracterizou-se pelo equilíbrio e pela escassez de lances perigosos, até porque a bola não rondou com frequência as duas balizas, no entanto, aos 32 minutos, a formação minhota beneficiou da maior de todas as oportunidades de golo, um pontapé de penálti, resultante de uma falta cometida por Zarabi. Contudo, na transformação do castigo máximo, Luther Singh atirou para intervenção do guarda-redes Igor Rodrigues, que desta forma segurou o nulo no marcador do histórico Estádio 1º de Maio. Ao intervalo: 0-0.

O segundo tempo começou muito bem para o emblema covilhanense, pois, aos 50 minutos, na sequência de um passe assinado por Gilberto, a bola sobrou para o remate certeiro de Diarra, que assim colocou os pupilos de José Augusto na liderança do "placard". O SC Braga B procurou responder à desvantagem, mas sem argumentos fortes, passando mesmo por algumas dificuldades, estando até perto de ver a diferença aumentar. Foi já no derradeiro quarto de hora que os locais assumiram uma postura mais atacante, partindo claramente em busca da igualdade, que esteve próxima de acontecer aos 85 minutos, quando Didi acertou na barra da baliza forasteira na cobrança de um livre directo. Com o último apito do árbitro Humberto Teixeira, a primeira vitória serrana como visitante tornou-se uma realidade, o que permite uma subida na tabela classificativa, seguindo-se no próximo domingo a recepção à equipa B do FC Porto.

Texto: Eugénio Lopes.

Ficha de Jogo: http://ligaportugal.pt/pt/liga/jogo/20172018/ledmanligapro/10/3

Actualizado em Sábado, 21 Outubro 2017 23:58
 
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